sábado, 10 de agosto de 2013

Aprendendo a Esperar

"De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã Te apresento a minha oração. Sl. 5:3. Emerson Fosdick, certa vez, orou assim: "Ó Deus, não sabemos o que é bom
para nós. Tu sabes o que é. Por isso oramos."

Esse conceito, entretanto, não nos impede de pedir coisas específicas a Deus. A Bíblia relata muitos pedidos específicos, que foram atendidos nos mínimos detalhes. Há, porém, uma lição preciosa na sucinta prece de Fosdick. Ou seja, devemos orar segundo a vontade de Deus.

Davi orava pela manhã e ficava esperando. Deve ter ficado frustrado algumas vezes por não ter sido atendido conforme seu desejo. Além disso, deve ter-se decepcionado com a demora da parte de Deus em alguns casos.

No exercício da oração, precisamos entender três atributos divinos: amor, onipotência e soberania. Pelo fato de sabermos que Deus é amor, somos inclinados a pensar que Ele nos atenderá de acordo com nossas especificações. Como pode Ele deixar de satisfazer todas as nossas necessidades? E para complicar o quadro, algumas pessoas perguntam: Se Deus é onipotente, por que não resolve logo todos os nossos problemas? Por que não elimina as injustiças, a fome, a miséria e a dor? Se Ele é amor e tem poderes ilimitados, por que não age imediatamente?

Como, pois, entender que devemos orar e esperar pacientemente? Ora, o mesmo Deus que possui os atributos do amor e do poder, tem o direito de agir soberanamente. Em Sua soberania, Ele sabe quando deve agir. Não nos compete dizer- Lhe quando e como agir. Ele sabe o que é melhor para nós e conhece a hora em que deve entrar em ação.
A experiência de Jairo elucida esse aparente dilema. Ele se aproximou de Jesus e rogou-Lhe: "Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá." Mar. 5:23. O pedido era mais do que razoável. Jesus, porém, não atendeu imediatamente à súplica de Jairo. Mesmo comprimido pela multidão que O seguia, despendeu tempo para curar uma mulher que sofria de uma hemorragia havia doze anos, e ainda repreendeu os discípulos que se incomodavam com a extrema solicitude do Mestre. Nesse ínterim, chegaram algumas pessoas que trabalhavam para Jairo, com uma notícia fatal: "Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?" Mar. 5:35. Naquele momento, qualquer um de nós poderia ter pensado: Fui o primeiro da fila a pedir um milagre a Jesus, mas Ele preferiu atender a uma mulher que se intrometeu na multidão. Agora é tarde. Não dá para entender essa demora.

No íntimo, Jairo deve ter alimentado uma frustração. Mas depois, ao ver a sua filha viva novamente, e com plena saúde, entendeu que Jesus agiu na hora certa. E, ao invés de questionar, agradeceu. Pensamento para reflexão: Deus sempre age na hora certa, embora algumas de Suas respostas possam parecer estranhas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A B C da vida

ABC da Vida

Para atingir seus sonhos lembre-se de Deus, e no seguinte: Abra os olhos para ver as coisas como realmente são. Basta apenas acreditar em você mesmo. Considere as coisas por vários ângulos. Desistir é palavra que deve ser riscada do vocabulário. Entenda a si mesmo para entender melhor seus semelhantes. Família e amigos são tesouros escondidos. Procure desfrutar de suas riquezas. Ganha quem faz e doa mais do que aquele que planejou.
Hoje aproveite a vida. O ontem já passou e o amanhã pode nunca chegar. Ignore aqueles que tentam lhe desencorajar.
Já chegou a sua vez, chegou a sua hora de agir. Aja, agora!
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante na sua vida. Mais do que tudo, queira seus sonhos.
Nunca minta, trapaceie ou roube enquanto persegue uma boa meta.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos.
Praticar, leva à perfeição...
Quem desiste nunca vence e os vencedores nunca desistem. Ressalte e defina seus objetivos e vá em direção a eles. Sonhos são a matéria prima de qualquer realização. Apegue-se a eles. Tome e assuma o controle de seu próprio destino. Uma boa atitude positiva deve ser preservada sempre. Visualize o que você quer.
Xis... é,: o "x" da questão é: Você é uma criação única de Deus, nada nem ninguém pode substituir você.
Zele por sua auto-estima. Ame-se mais.
"Tenhamos todos, um ooootimo dia com Paz de Deus em nossa vida. Que a cada manhã ressurgida, nasça dentro de cada um de nós a esperança que tudo pode ser melhor, com a ajuda de Deus sempre, com a nossa colaboração

Minha rainha

10 BEM-AVENTURANÇAS DO CASAL

“Lu, Das mais belas coisas que ja senti, uma delas foi te amar”
Sandro Martinho

1º - Bem-aventurado o casal que consegue renovar-se em amor e carinho, mesmo depois de muitos anos de casamento.
2º - Bem-aventurado o casal que mantém a chama do desejo acesa, sempre.
3º - Bem-aventurado o casal que têm senso de humor e esperança mesmo em momentos de crises entre os dois.
4º - Bem-aventurado o casal que ama seu companheiro mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
5º - Bem-aventurado o casal que alcança a paternidade, pois os filhos são presentes de Deus.
6º - Bem-aventurado o casal que busca a Deus, juntos. 7º - Bem-aventurado o casal que se respeita e que mantém a harmonia no lar.
8º - Bem-aventurado o casal que protege seus filhos através da oração e bons exemplos.
9º - Bem-aventurado o casal que sabe lidar com suas diferenças e se ajustam sem a interferência dos parentes.
10º - Bem-aventurado é o casal que busca sempre o melhor um para o outro.

Fonte: A linguagem do Amor

sexta-feira, 12 de março de 2010

A Parábola do Semeador






Bispo Jerlei Marques

Uma das parábolas contadas pelo Senhor Jesus foi à do semeador. Vamos acompanhar o que relata o texto bíblico:“Eis que o semeador saiu a semear, e quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram aves, e comeram-na; e outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda. Mas vindo o sol queimou-se, e secou se, porque não tinha raiz. Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outra a trinta. Quem tem ouvidos para ouvir ouça." Mateus 13.3-9

Deus afirmou estar lançando sementes na vida dos cristãos, para que produzam frutos até o retorno de Jesus. Entretanto, essa colheita espiritual não surge automaticamente. As manifestações do poder do Senhor e suas bênçãos não irão descer sozinhas do céu. A semente que Deus planta produz frutos, espirituais, mas o crescimento dela também depende de nós! Para que a semente de revelação, amor, fé e poder possa germinar, crescer e gerar frutos, a condição tem de ser apropriadas, deve ser semeada em solo fértil, deve receber o cuidado apropriado. Sem essas condições a semente espiritual permanecerá adormecida em nossa vida. O nosso coração deve estar receptivo.
Às vezes, a Palavra de Deus encontra um coração endurecido ou alguém que não compreende a mensagem. Como conseqüência, a semente permanece adormecida e improdutiva, sem condições de criar raízes e produzir os frutos desejados. Essas pessoas de coração duro são aqueles pedregais dos quais o Senhor Jesus falou na parábola. Como a semente pode brotar e frutificar em meio à pedra? É assim com essas. Elas até recebem a Palavra de Deus, mais esta nem chega a criar raízes em seu coração. Outras pessoas aceitam a Palavra de Deus, mas logo as preocupações com as coisas deste mundo afastam-nas da presença do Senhor. Essas pessoas são aquelas que o Senhor Jesus disse, na parábola, que a semente caiu entre espinhos, e eles cresceram e a sufocaram. Por isso, amado (a) irmão (a), esqueça o mundo. O Senhor Jesus vai cuidar da sua vida em todos os aspectos. Deixe as preocupações nas mãos d'Ele, e assim os espinhos jamais sufocarão a Palavra de Deus em seu coração.

Todo muito é sujeito ao erro. Eu sei que vou errar. Eu sei que vou errar que vou falhar, porque sou humano e todo ser humano erra, porque ninguém é perfeito; então, eu vou lutar para não errar. Por isso você precisa deixar o seu coração como uma terra fértil, pronta para o plantio, como na parábola do semeador. Assim, quando a semente, que é a Palavra de Deus, cair no seu coração frutificará e você poderá dar bons frutos.






quarta-feira, 3 de março de 2010

DEUS DIZ


Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)

Você diz: "Eu já estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)

Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)

Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintios 12:9)

Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)

Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)

Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angústia" (Salmos 90:15)

Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)

Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epístola de São João 1:9 & Romanos 8:1)

Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)

Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintios 1:30)

Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei" (Hebreus 13:5)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

POETA PRISIONEIRO



Era uma vez um poeta.
Vivia para escrever e compor obras ímpares!
Era algo que ninguém poderia tirar dele.
O pensar e o redigir era seu alimento.
Sua alma vibrava a cada iluminação.
Sentia o refrigério como quem sente a brisa fresca da manhã.
Verdadeiramente o poeta sabia para que veio ao mundo.

Um belo dia, forçado “pela vida”, o poeta se tornou operário.
Trabalhava muito. Quase não tinha mais tempo para utilizar da criação como inspiração de vida.
Entendia e sabia que o trabalho é uma dádiva e que também dignificava o homem.
Mas os elogios já não eram os mesmos, e sabia que por mais que tentasse, suas produções não seriam iguais aos seus escritos.
Então, muito triste, o poeta chorou.
Lamentou e pranteou por não poder usar mais de seus dons e talentos para encantar a vida como fizera em outras épocas.

Aquele sentimento foi tão forte que até sua produção havia diminuído durante seu turno.
Simplesmente se perguntava: Por que?
Por que a vida nos traz o ar, os frutos, as pessoas, as cores, os amores, as amizades, até mesmo as dores , se nem ao menos tenho tempo para escrever sobre elas?
Temos pessoas ao nosso redor, mas não podemos conhecê-las.
Temos frutos e comidas maravilhosas, mas também temos pouco mais de minutos para degusta-las.
Temos até mesmo o dinheiro, sem o qual ninguém vive, mas infelizmente, não tenho mais tempo para gasta-lo.

Hoje compreendo, que aqui nesta terra, não trabalhamos para viver, mas vivemos para trabalhar.
Antes, tinha tudo que precisava, talvez não o tanto quanto gostaria de ter, mas ao menos compreendia o que era viver.
Hoje, exatamente agora, fico aqui, de mola em mola, dispensando meu suor naquilo que não é viver.
E minhas poesias! Nem se quer tenho tempo para escrevê-las.

O mundo pode tirar o lápis e o papel de minhas mãos, mas jamais vão retirar a poesia que flui do meu coração.
O homem pode se tornar prisioneiro de um sistema, mas o espírito continua e sempre será o mesmo, trazendo à memória o motivo de sua verdadeira existência.
Você é aquilo que você come? Veste? Vê? Faz? Não sei.
Só sei que sou um poeta prisioneiro e que não sou mais o que produzo.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A FILHA PRÓDIGA


ILUSTRAÇÃO
Era uma vez um negociante que tinha uma filha, prendada, bonita e
inteligente. Filha única, tornara-se o alvo de todo o afeto e de todas as
esperanças de seus pais. Possuidores de muito dinheiro, conseguia a
jovem tudo quanto desejava, mas o seu coração era vazio. Nada havia
que não estivesse ao alcance de suas mãos.
Entregou-se de corpo e alma aos divertimentos profanos. Percebia,
entretanto, que a felicidade que buscava, dando pasto às paixões, estava
um pouco adiante das suas realizações. Foi de queda em queda e, depois,
de abismo em abismo. Entrou pelos lupanares a dentro, chegando aos
lugares mais abjetos. Recebeu insultos e tapas de miseráveis. Mas no
fundo de seu coração guardava imperecível o seu amor para com os pais.
Os duros desenganos, longe de apagar o seu afeto filial, mais o
intensificavam.
Certa noite recebeu a visita de um dos seus amigos favoritos, moço
de boa família e de acurada educação. Estava, entretanto, completamente
transformado, o rosto cheio de manchas, a boca infecta, o bafo
impregnado de vapores alcoólicos. Ele tentou agarrá-la, mas ela fugiulhe.
– Você tem medo de mim? – perguntou-lhe. – Sou um farrapo de
homem... Uma pústula social... Você está certa. É verdade. Mas eu sou
apenas um espelho onde poderá também contemplar o seu próprio rosto
... Que é da menina de outrora? da moça rica? da jovem elegante? Um
farrapo, também. . .
Foi somente nesse dia que a pobre decaída compreendeu a
magnitude de sua miséria, moral e física. Resolveu atirar-se em baixo de
uma locomotiva. Tinha apenas um desejo para satisfazer, antes da morte:
ouvir a voz saudosa da querida mãe.
Dispôs de tudo quanto tinha, distribuiu entre suas infelizes
companheiras as roupas e objetos de estimação, preparando-se, depois,
para uma longa viagem, onde haveria uma interrupção, seguindo-se a
eternidade.
Viajou todo o dia, concentrada em si, recordando os dias mais
felizes de seu passado, a juventude e a meninice.
E a viagem prolongou-se pela noite a dentro. Checou, pela
madrugada, à sua terra natal. Temendo que o dia a surpreendesse, foi da
estação a pé à casa de seus pais. Pretendia encostar o ouvido à porta,
esperar que sua mãe se levantasse, na alvorada, como de costume, dentro
de uma ou duas horas, ouvi-la chamando pelo marido, e depois retirar-se,
como se fosse uma ladra receosa da chusma de perseguidores.
Fez como havia pensado, mas, ao sentar-se na soleira, ao colocar o
ouvido à porta, percebeu que estava aberta e se moveu sobre os gonzos.
Lá dentro se ouvia barulho, chinelos se arrastavam, cadeiras eram
empurradas. O coração batia descompassadamente, mas não tinha forças
para se levantar.
Então abriu-se a porta e surgiu de dentro, com a lamparina na mão,
a estremecida velhinha por quem viera de tão longe.
– Minha mãe, perdoe-me, – disse banhada em lágrimas. – Não
queria entristecê-la com minha presença. Desejava apenas ouvir sua voz,
pela última vez, antes da morte, mas a porta estava aberta... Não foi
culpa minha...
Levantando-a, carinhosamente, beijando-a na face, sua mãe lhe
respondeu:
– Filha, desde que você partiu nunca mais esta porta se fechou, nem
esta lamparina ficou sem chama durante a noite. Quantas vezes o vento
fez ranger os gonzos, tantas vezes me levantei, pensando que você estava
de volta. Não queria que minha filha viesse um dia procurar-me e
pensasse que esta porta não lhe seria aberta...